Archive for the ‘CINEMA’ Category

Utopira, o filme

segunda-feira, junho 21st, 2010

Jovens contemporâneos diante de questionamentos e incertezas, num mergulho aos meandros da mente humana. Um filme independente, realizado em Curitiba (Brasil), em 2009.

Direção e Produção: Jackson Sardá, Gustavo Jugend, Igor Viana Muller e Eduardo Rohn.

Elenco: João Graf, Bruno Jugend, Angelo Cruz, Larissa Jorge, Pietro Almeida, Allan Ralph, Yara Barros, Daniel Gonzaga, Lucas Lara, André Fraxino e Rafael Bavoso.



HELIOGÁBALUS APRESENTA: TORLONI´S PARTY

quarta-feira, abril 21st, 2010

Wagner submerge ante os cordões de botafogo. Bárbaro e nosso. A formação étnica rica. Riqueza vegetal. O minério. A cozinha. O vatapá, o ouro e a dança. O levante que se precipitou todas as vezes que já tapamos a boca (e abafamos tantos discursos) do europeu com nossas vaginas (outrora tupiniquins). Servas em Chamas! É do colo de nossos patrões que faremos a nossa revolução. Meigas, inexpressivas e excitantes. Quem terá coragem de calar a nossa voz?
Rio, vaudeville do mundo, besame.besame mucho Babilônia submersa.

La Torloni, diva do cinema duvidoso nacional da década de 80 e inicio de 90, te convida para o desbunde.”

24 DE ABRIL 23 HORAS
A GATA COMEU (R. Ubaldino do Amaral, 643 Alto da Glória,Curitiba/PR).
Entrada 5 pilas - contato: HELIOGÁBALUS - divasemchamas@gmail.com

Avatar

quinta-feira, janeiro 21st, 2010

por Thalita Uba (uba_thali@yahoo.com.br)

“Avatar” não se trata de um filme bom ou ruim. É um marco cinematográfico, você TEM que assistir. Simples assim.

A nova produção do megalomaníaco James Cameron (aquele do Titanic) traz o universo no ano de 2154 e os seres humanos, que - obviamente - já destruíram tudo em seu próprio planeta, explorando um mundo chamado Pandora em busca do minério Unobtanium. Pandora é habitada por uma espécie de criaturas denominadas Na’vi, seres azuis com cerca de três metros de altura, longas caudas e completamente em harmonia com o meio ambiente em que vivem. Os humanos querem explorar a mineração do planeta, os Na’vi querem proteger sua natureza e, naturalmente, a batalha está travada.

Dá, sim, pra enumerar uma série de motivos que enquadrariam “Avatar” em uma lista de filmes bem medíocres (tais como a pavorosa estrutura de folhetim, que eu, particularmente, abomino, e algumas falhas de roteiro bastante comuns a grandes produções muito mais preocupadas com os efeitos visuais que com o enredo). Mas durante a maior parte do filme, o espectador está tão envolvido na trama (ou tão ensurdecido pelo barulho colossal das caixas de som do Imax) que muitas falhas se mostram completamente relevantes.

Não vá ao cinema esperando se surpreender com a história. Tudo será entregue a você já pré-digerido e nada foge ao que você já previa que fosse acontecer. Toda magia do filme está no deslumbramento visual que ele causa, fazendo todo mundo sair da sala meio tonto. O volume de elementos na tela é simplesmente absurdo, a riqueza técnica da produção realmente impressiona, coisa que se tornou rara quando se trata de cinemão blockbuster (visto que sempre se cria uma expectativa imensa em torno do que está por aparecer na tela e a decepção é quase inevitável). O 3D é, contudo, peça chave na criação dessa fascinação toda. Não assistir ao filme em 3D deve ser bastante maçante.

Por fim, pra não dizer que o roteiro é de todo mal, trata-se de um assunto muito recorrente e em voga atualmente: a destruição do planeta pelo ser humano. É bastante difícil retratar um assunto tão discutido de forma tão diferente e isso - acho que ninguém pode discordar - James Cameron certamente conseguiu. Duvido que haja alguém que tenha tido contato com a colorida Pandora que não tenha se comovido com a causa Na’vi e não queria saborear um pouquinho mais aquele mundo tão fantástico.

Abstract Caroline

quarta-feira, janeiro 13th, 2010

um vídeo [de Arnaldo Belotto] abstrato sobre sexo

Coração Verde Branco

terça-feira, novembro 10th, 2009


Coração Verde Branco - o Filme, dirigido por Gilson de Paula, será exibido no próximo sábado (14), às 16 h, na sede da MUC, que fica anexo ao estádio Couto Pereira, no Alto da Glória, ao lado da nova loja do Coxa.

O filme relembra fatos marcantes dos primeiros 100 anos de existência do Coritiba Foot Ball Club. Jogadores, títulos, gols históricos e a grande torcida.
O dvd também está a venda nas melhores bancas de revista da cidade.

Sou atleticano, mas gosto muito do Alex, Evair, Aladim
em homenagem ao centenário do Coxa, vou publicar um pagode que fiz para eles na época do Bico Doce:

“desci no bar do bispo, na vila real,
comigo foi: sandro joão e o bocão,
chegando lá, tava o maior festim

advinha quem era garçom?

evair e aladim”

ps. pra mim o Evair ainda deveria estar jogando - com cilindro de oxigênio nas costas e tudo

o problema em ser bom demais

domingo, novembro 8th, 2009

“O Problema em ser bom demais” um roteiro que é uma adaptação do conto “Senhor meu Marido” do livro “Em busca de Curitiba perdida” de Dalton Trevisan, que agora pode ser visto no Curta Metragem rodado em Curitiba. Contando com a produção total da Jaruca Produções e o Ator convidado para o papel de João - César Prevedello Coelho, o protagonista dessa emocionante e divertida história, que nos conta de uma forma divertida, o dia dia do pai de família que sempre é traído por sua esposa Maria, porem mesmo assim, a ama. Isso sem falar na brilhante trilha sonora que ficou a cargo da Banda Relespública.

Lembrando que neste curta, temos apenas jovens envolvidos em sua produção, estudantes e profissionais na área cultural em Curitiba, a cara da nova geração paranaense. Para mais informações, fica o site do Ator César Prevedello, o qual ainda nos convida para sua próxima estréia em outro Curta rodado nesta capital Paranaense, de nome: “A Maldita Lasanha“, sob produção da Banzai Filmes.

Rua José Cadilhe

quarta-feira, outubro 28th, 2009


José Cadilhe é uma rua viva, diabolicamente magnética.
Dela não se consegue sair.
Uma nova habitante será incorporada à Rua.
Seu nome é Julia, e ela está prestes a viver os momentos mais perturbadores de sua vida

O Curta-Metragem “Rua José Cadilhe” é uma produção de alunos e ex-alunos da Comunicação Social da UFPR. Dentre a equipe estão nomes conhecidos na Floresta, como Eduardo Baggio, Maurício de Olinda, Narah Julia, Roliúdi, Luís Carlos Rocha, Larissa Jorge, Rodrigo Domit, Giuliano Biondi, Bruno Reis, Guilherme Araujo e Guilherme Biglia.

Serviço:
Estréia oficial do Curta-Metragem “Rua José Cadilhe”.
Local: Cinemateca, Rua Carlos Cavalcanti, centro – Ctba -1174
dia 31/10 (dia das bruxas), sábado, às 19h30.
programação completa:
exibição dos filmes “O pierrot não morreu” de Marcelo Fernandes e Murilo Ribas, “Era uma vez na biblioteca” de Renato Scorsatto,  e “Utopira” do Jackson Sardá
Entrada gratuita

Após a sessão haverá uma festinha no bar Blues Velvet, Rua Trajano Reis, 314, centro, Curitiba. Entrada da festa 10 pilas, com Doublevodka pra quem for de preto.

Curta 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba

sexta-feira, outubro 23rd, 2009


Em sua quinta edição, o festival que iniciou como mostra abre pela segunda vez suas portas para receber filmes do mundo todo – no ano passado foram exibidos 47 trabalhos de onze países. Os curtas-metragens podem ser enviados por correio para um dos três pontos de coleta nas cidades de Curitiba, Londres e Estocolmo. A Caixa Econômica Federal promove o evento através da CAIXA Cultural Curitiba, que o recebe em sua sede na cidade, pelo segundo ano consecutivo, entre os dias 23 e 25 de outubro.

Três dias de programação: mais de 54 filmes.

E sexta-feira tem a exibição dos filmes produzidos na oficina de Tomada Única ministrada por Leandro Bossy Ship e Pedro Merege.
Nesta oficina 12 realizadores receberam um cartucho super 8, com o desafio de fazer um curta cm edição no gatilho da câmera, no ato de filmar,ou seja,sem edição posterior.

Detalhe: nenhum dos realizadores viu seu filme ainda. A exibição no festival será uma surpresa tanto para o público, quanto para o diretor - que verá seu filme pela primeira vez.

Eu, Leandro Hammesschmidt, sou um dos participantes desta oficina. Não sem nem dirigir carro, nem danças, mas dirigi o filme “e assim morremos nós”. É foda fazer um filme, mas o processo é legal! Até agora não acabei a trilha.Se é que vai ter uma trilha.

Contei com ajuda de muita gente: Gladson Fabian Marques, Leandro Ship, Franco Fuchs, Rosangela, Felipe H, Paulo Monteiro, Antonio Caffia, Joel, Pedro Merege, Henrique Ribeiro, Eduardo Salomon, Gabriela, Sara, Cancela, Wellington Bujokas (gaita), ideias de István Örkény, minhas e de mais alguns

Merchan:

E assim morremos nós (3′20″) trata da história de um diretor de tv que consegue autorização para rodar um doc. sobre a morte

Serviço:

Curta 8 – festival internacional de cinema Super 8 de Curitiba
mais de 50 filmes
data: 23, 24 e 25 de outubro
local: Teatro da Caixa, rua Conselheiro Laurindo, 280
entrada gratuita

programação (bem por cima)

23/out (sexta-feira):
tarde:credenciamento imprensa
noite:
(19 h) abertura
(20:10 h) exibição curtas em competição: oficina Tomada Única
(21 h) filmes em competição

24/out (sábado):
tarde:
(16 h) curtas sessão informativa
(17 h) retrospectiva super 8 argentino
noite (20:10 h) exibição curtas em competição: oficina Tomada Única,
(21 h) filmes em competição

25/out (domingo):
tarde: (17 h) retrospectiva super 8 Brazuca
noite: (20:30 h) cerimônia de encerramento com exibição dos filmes premiados

mais informações
www.curta8.com.br

EVa

sábado, outubro 17th, 2009


por Joba tridentejobatridente@hotmail.com

Em cinema nem sempre a máxima de um é regra geral para outro. Assim, uma câmara na mão e um idéia na cabeça é para bem poucos

Após a sessão de lançamento do filme EVA, de Arnaldo Belotto, na Cinemateca de Curitiba, a opinião de algumas pessoas sobre o que tinham achado do filme era: Não achei! Precisei sair antes! Não sei! Totalmente desfocado… E a mulher que o tal fotógrafo fica olhando, ele a matou (afogou), se é que ela estava viva (dormindo ou em coma)? Uma resposta estranha marcou: A mulher era a Bela Adormecida à espera dos 7 Anões e como eles não apareceram, ela foi jogada no mar. Nada como juntar dois contos clássicos (Bela Adormecida e Branca de Neve) para explicar o inexplicável.


EVA
é um filme mau humorado onde tudo é reduzido ao monossílábico: fala sem sentido, gestos automáticos, “fotos” que dizem nada, atores sem expressão. Problemas técnicos a parte, é difícil encontrar o foco da história, já que o foco do filme perdeu-se desde a abertura. Comprometida a fotografia, os silêncios e os vazios levam o espectador a lugar nenhum. Não são elementos nem pra uma possível reflexão, já que não há empatia alguma com o tal “fotógrafo” e ou com as suas “fotos”. Misturar contemporaneidade (telefone celular) com velharia (telefone com disco) e outras bugigangas (carro, hotel, portas sem campainha…) é uma alegoria que só torna o fardo do espectador ainda mais enfadonho e não uma compreensão da catarse do “herói” inútil.

EVA é uma obra que não ousa na sua experimentação e foge de qualquer conceito de “filme cabeça”, seja bebendo no cinema novo brasileiro ou europeu. Se a “idéia” (argumento) cinematográfica parece curiosa, ao final o espectador está se lixando para os “problemas” (?) do “fotógrafo” chato e a sua vidinha enfadonha. É evidente que um “fotógrafo” desses só vai “produzir” fotos sem graça e a ponto de contaminar até mesmo a equipe técnica do filme. Aí, não é a meta em busca de linguagem, mas a linguagem em busca de meta. O espectador não quer ser palco, quer continuar sendo platéia.

EVA, pelo que li, concluirá com mais dois filmes: um do antes e outro do depois da morte (ou da ausência de vida) da “personagem” título. É esperar pra ver. Quem sabe acaba fazendo sentido.

estréia do filme Eva

quarta-feira, outubro 14th, 2009


“Albert é um fotógrafo retratista.
Acompanhamos seu cotidiano em meio a impressões e retratos, que utilizam a cidade e seus habitantes como pano de fundo.
Um corpo estranho surge na vida de Albert e desencadea uma jornada existencial que tem como finalidade, a exorcização do passado.”

Nesta quinta-feira (15/10) será realizado o lançamento do filme EVA, na Cinemateca de Curitiba. EVA é o primeiro longa-metragem do diretor curitibano Arnaldo Belotto. O filme aborda o amor perdido, o peso da ausência, a fragilidade, representados no personagem de EVA.

Filmado em apenas um mês e com uma verba de aproximadamente R$4.000,00, EVA não se adequa aos padrões do cinema convencional. Explorando sempre as sensações, o filme traz uma narrativa lenta e introspectiva. “Procurei sair da zona de conforto comparado aos filmes do momento, trabalhei com tempo estendido e com o silêncio e sei que isso pode incomodar um pouco as pessoas”, diz o diretor.

Participaram como atores principais Bruno Girello e Carolina Fauquemont. Bruno é Albert um fotógrafo atormentado por suas lembranças e Carolina é Eva, o símbolo deste passado, que Albert carrega e cuida. O filme conta com diversas participações especiais como Luthero de Almeida, Regina Bastos, Thadeu Wojciechowski “Polaco da Barreirinha” e o duo FélixBravo que assina a trilha sonora do filme.

João FÉLIX e Bernardo BRAVO compuseram quatro músicas para o longa,são elas: Vera, Guadalupe, 1974 e EVA. Mais informações sobre o duo http://www.felixbravo.com.br

Para conhecer um pouco mais das gravações e do filme, acesse http://filmeeva.blogspot.com. No blog existem entrevistas com a equipe, fotos do filme, cartazes e informações sobre a trilha sonora.

Serviço:
“Eva” o longa-metragem independente de Arnaldo Belotto (destilaria.tv) estréia dia 15 de outubro (quinta-feira) às 19:30 e 20:40h na Cinemateca de Curitiba - rua Rua Carlos Cavalcanti, 1174, São Francisco. Entrada franca.

descubra mais sobre este filme na reportagem da Vanda Moraes - Um filme Sensorial