Archive for dezembro, 2009

cartão de natal

segunda-feira, dezembro 28th, 2009

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o homem da cobra

quarta-feira, dezembro 23rd, 2009

a mulher pede um frete:
pra dar o preço
meu pai deixa o homem da cobra lacônico

Urano vs Trieste

segunda-feira, dezembro 21st, 2009

por Gladson Fabian Marques - fabianjournalsociety@yahoo.com.br

Final de campeonato, decisão importante quase no final de 2009, os dois melhores clubes da competição, árbitro FIFA apitando o jogo. Vitória de virada do clube considerado favorito na final. Aqui terminam as coincidências entre o jogo da TV nesse sábado, dia 19 de dezembro de 2009, entre o campeão da Libertadores e o campeão da Liga dos Campeões, e a grande final da melhor suburbana do país, realizada em Curitiba, capital do Paraná, com o clube Trieste, do famoso bairro de Santa Felicidade, reduto gastronômico local, e o clube Urano, da vila São Pedro, um pequena localidade dentro do bairro Xaxim, de origem humilde e muita tradição no futebol. 

Após uma das melhores competições dos últimos anos, o Urano chegou a final passando com certa tranqüilidade pelo Uberlândia, a surpresa do campeonato, enquanto o Trieste enfrentou dois jogos difíceis contra o Vila Hauer. Definidos os finalistas, a primeira partida da final teve contornos dramáticos, causados pelo temporal que caiu na cidade no momento do jogo. A interrupção da partida levou o primeiro jogo para a semana seguinte, no mesmo estádio, o Francisco Muraro, casa do Trieste. Uma semana depois, o clube dos descendentes italianos mostrou que manda em sua casa e venceu a partida por 2 a 1, levando a vantagem do empate para o segundo jogo. Mas a suburbana da capital mostrou porque é considerada o melhor campeonato amador do país, e em um jogo emocionante, o time da vila São Pedro vence a partida pelo mesmo placar e leva a decisão para uma terceira partida.

Confrontos entre policia e torcedores tomam as manchetes da capital paranaense 

 

Após os confrontos entre a torcida do Coritiba e policiais no último jogo do brasileirão da série A, não se falava em outra coisa na cidade de Curitiba. A vergonhosa atuação da torcida coxa-branca no jogo do rebaixamento do alviverde paranaense fez com que se questionasse: se em um jogo de tamanha envergadura isso ocorreu, o que dizer de uma final de campeonato amador, em uma vila da periferia, com um campo onde as torcidas ficam juntas?

Pois quem olhasse para o outro lado do campo, em frente às cabines de TV e rádio, veria uma cena rara nos campeonatos espalhados pelo país: respeito entre torcedores de dois clubes. Não havia nada separando os torcedores do Trieste e Urano, nenhuma cerca, policiais ou fosso. Sim, havia policiais em campo, pois o árbitro do jogo não era nada mais, nada menos que Héber Roberto Lopes, árbitro FIFA. Isso mesmo, aqui campeonato amador é levado à sério, mas os policiais ficavam do outro lado do campo, e não foi necessária a presença dos mesmos para separar tumultos ou invasões de campo, que ocorreram sim, mas no final da partida para comemorar a vitória do clube com melhor campanha.

Em dia de muita animação, com a transmissão ao vivo de rádio locais e com a presença da TV pública de televisão que fez o jogo para posterior transmissão, o Urano venceu o terceiro jogo da final pelo placar de 3 a 2, com direito a dois gols do grande nome do jogo o jogador Flavinho. Ao final do jogo, o atleta desabafou para as câmeras, sobre sua trajetória, onde passou por um período difícil de contusões que quase o tiraram do futebol, de uma jornada de trabalho que começa às cinco da manhã, até sua persistência que o levou a ser o herói do título dessa suburbana. Bicampeonato garantido, o clube da vila São Pedro mostrou que futebol se ganha na raça, pois mesmo em um jogo tecnicamente bom, o Trieste, um time com mais toque de bola e com cinco jogadores garantidos na primeira divisão do paranaense do ano que vem, jogando pelo Rio Branco de Paranaguá- em uma parceria entre as duas agremiações- não conseguiu superar a vontade de vencer do time da casa.

Ivo Petry, técnico do Urano mostrou como se monta um time para uma final, deixando no banco seu grande trunfo, Reginaldo Vital, ex-Paraná Clube, e colocando o ex-jogador profissional na metade do segundo tempo, quando o placar já apontava o Urano como campeão da Suburbana 2009. Nomes como Rafael Camarota, goleiro campeão brasileiro pelo Coritiba em 1985 estiveram presentes no local para ver o bom jogo, e ao apito do árbitro o campeonato amador foi premiado com uma bela festa, sem violência e com muita alegria.

Itinerário para um jogo amador

segunda-feira, dezembro 21st, 2009

Antes de chegar ao jogo da final da Suburbana entre Trieste e Urano, tinha que descobrir como chegar lá. Se fosse no campo do Trieste tudo bem, Santa Felicidade é perto, com um acesso fácil na saída de Curitiba para Campo Largo. Acontece que a Vila São Pedro fica no outro lado da cidade, saída para Porto Alegre. Contava com uma carona da equipe da TV, pedida ao editor de esportes um dia antes. Quando cheguei à TV, sábado após o almoço descobri que não teria lugar no carro, pois o editor iria junto para o estádio. Bacana isso, mas a minha sorte de principiante sempre funciona nessas horas: o repórter Bruno estava atrasado e o editor em seu desespero saiu sem ele para local. Faltava chegar o Leandro que sairia de fotógrafo dessa matéria.

Meia hora depois chegou o repórter, faltava agora o fotógrafo. Já havia ligado atrás dele, mas até agora nada do mesmo. Saímos da TV sem ele e fomos para o fim do mundo, mundo curitibano, mas lá no fim mesmo. Chegamos ao local quarenta minutos depois de sair da TV, e uma multidão estava do lado de fora do campo, um estádio de várzea daqueles com muros antigos e portões enferrujados. Um frio passa pela espinha nessa hora. Juro que pensei em voltar com o Zecão, nosso motorista que nos levou até a Vila São Pedro e que voltaria para a TV. Mas sou mais teimoso que isso, aliás, é por isso que continuo nessa profissão que dá pouco dinheiro, mas muita satisfação no que fazemos.

 

A primeira dificuldade seria entrar no estádio, já que o Bruno estava sem credenciais de imprensa. Mas pelo portão de entrada os caras até que foram legais, deixaram nós dois entrarmos com a minha credencial da TV e a carteira de jornalista. Entramos e o jogo já estava em andamento, quando pisamos dentro do estádio, gol do Trieste. Novamente me passou aquela vontade de ir embora, vai que me confundem com torcedor do time adversário perdido no lado errado? Chegamos ao primeiro portão interno para entrar na área dos vestiários. Uma bela morena conseguiu entrar tranquilamente no local, estilo VIP. Isso irritou alguns torcedores que queriam ficar no local privilegiado e um deles pediu ao segurança do portão que falasse para o cartola do time local que ele estava ali. O segurança perguntou se tinha cara de guri de recados e uma discussão começou. E o Bruno e eu ali, no meio da multidão…Novamente insisti com a carteira de jornalista, o segurança quis emperrar nossa entrada mas o Bruno ganhou na insistência e com uma ajuda do Bolinha da Arfoc, que nos deixou passar pelo segundo portão que levava aos vestiários e à entrada do campo.

 


Acompanhamos o jogo da área dos vestiários até o término do primeiro tempo e pudemos ver o empate e a virada do Urano nos últimos minutos de jogo. Ao acabar o estresse, olhei ao nosso redor e na direção das equipes de imprensa que narravam o jogo para as rádios. No lado oposto às torcidas, estava a cabine de imprensa e quem olhasse distraidamente poderia acreditar por um instante que se encontrava em uma final de campeonatos de meados do século passado. Uma cabine anacrônica, em um campo simples com alambrados antigos, sem separação entre as torcidas.

 


Entramos no gramado e pisei pela primeira vez em um campo de várzea em uma final de Suburbana. Encontrei a nossa equipe de TV perto da cabine com outras duas equipes de rádio, uma de São José dos Pinhais e outra de uma rádio AM curitibana, com o ex-jogador e ídolo atleticano Sicupira comentando a partida.

 


Já passava da metade do segundo tempo quando o diretor da TV chegou ao local para ver como estava a transmissão. Bem humorado, cumprimentou todos e até perguntou o que eu fazia por ali (era meu dia de folga). Poderia ter dito que estava ali para aprender como se faz jornalismo esportivo, mas nessas horas eu sempre travo e sai alguma coisa idiota, como “vendo o jogo, doutor”…

 


E o jogo? Bem, o Trieste empatou com outro belo gol, mas a estrela do lateral esquerdo Flavinho do Urano, que não estaria jogando se um problema não tivesse tirado o seu concorrente a vaga do time titular, brilhou mais uma vez e com dois gols o jogador do Urano foi o nome da partida no bicampeonato do clube.

 


Terminada a partida, entramos em campo. O Bruno estava com o microfone da produtora contratada para fazer o jogo, então sobrou para eu entrar em campo com o cinegrafista, segurando o outro microfone da TV para buscar depoimentos de jogadores e torcedores felizes com o desfecho do campeonato. É, a primeira entrada no campo a gente nunca esquece! Bem e meu fotógrafo? A irmã dele me ligou à noite em minha casa, para perguntar se eu tinha visto ele. Fui saber no dia seguinte que ele esteve no local, não conseguiu entrar e viu o jogo no melhor estilo anos 1920: pelas frestas do muro do estádio.

Quixote Água de Colônia.

quinta-feira, dezembro 17th, 2009

por Vitor Souza e Gustavo “Mãozinha” Jugend - themaozinha@yahoo.com.br

“E de repente o sangue virou petróleo.”
Rogério Skylab.

Era 5:45h de uma manhã de outono na região agrária. O que realmente não era relevante, uma vez que em Mucujê as mudanças de estação demoram a se fazer sentir: “Calor da porra!” – Nestor limpava o suor da testa com seu pano quadriculado enquanto caminhava com ânimo curto, porém crescente em direção ao armazém onde mantinha suas sementes para poder dar início ao plantio da nova safra que colheria dalí a 10 estações. No caminho Nestor lamentava (todos os dias a mesma lamentação) que ao comprar o antigo canavial de Seu Theodoro Eurípedes não tinha aproveitado para construir a instalação de armazenagem perto da área destinada ao cultivo.

10 minutos andando ladeira acima e já era possível distinguir as letras esculpidas em madeira recebendo o pançudo fazendeiro: “Grãos do Charong”; Charong, um asiático de ascendência indeterminada, havia sido capataz no Porto de Santos durante 12 anos e sido um dos líderes da Grande Greve. Ao conhecer Dulce, uma baiana dotada de quadris de boa parideira e gênio difícil, Charong largou a rotina paulista pra viver ao lado da morena no nordeste. Lá conheceu Nestor que o empregou como ajudante em Quixote. Um dia Dulce simplesmente desapareceu deixando um amante melancólico pra traz. Após um mês de desgosto Charong se enforcou com uma gravata que nunca soube porque havia comprado.

“O que uma mulher não faz com o cabra… coitado do china.” - Nestor destrancou o cadeado, removeu a corrente, empurrou a barra de madeira pra cima, empurrou a porta e contemplou seu legado (o qual pretendia deixar para Charong, mas..) – dentro da construção 18 geladeiras brancas Conquistador dispostas em círculo trabalhavam imóveis naquela próspera refrigeração fundiária. Cada uma possuía na parte superior da porta um número pintado em preto e logo abaixo uma tabuleta vermelha magnetizada contendo em rabiscos de giz branco os dados da encubação ali contida. Debaixo delas saía um cano individual que conectava-as com Rossi, o motor central que as mantinha funcionando; uma por uma. Rossi era enorme, e para evitar desastres ficava no chão disposta sobre um tapete de palha. O equipamento havia sido construído por Charong e Nestor a partir de várias partes de motores de maverick, fusca, opala e marajó. Depois de pronto Rossi ganhara pintura azul petróleo que lhe conferia um ar sinistro. Sua engrenagem principal não podia ser vista - apenas escutada – um conjunto de 36 corações de cavalo batendo em sincronia num ritmo tão acelerado que as vezes causava agonia até mesmo no proprietário que, por excesso de zelo, entrava ali todas as manhãs. Os corações eram interligados por fios que se atavam a um revestido condutor principal. Este por sua vez dava de encontro a um dispositivo localizado numa cabine no canto do armazém onde uma vez em quatro meses Nestor descarregava- 3960 volts para garantir que Rossi não morresse.

O fundiário foi até a geladeira 13, e retirou um por vez os 3 embriões que lá descansavam levando os para a carroceria metálica atada a Cadafalso, o pequenino trator que uma vez a cada dois anos saía do campo carregado com patas, orelha, rabos, línguas e focinhos para em seguida subir aquela morro, e, no dia seguinte carregar potros congelados. Nestor voltou e repetiu o modo com as geladeiras 14, 15, 16, 17 e 18. “Esse ano mais 18 sementes cinza. Agora é juntar grana pra expandir…”

Nestor montou em Cadafalso, deu a partida e seguiu ladeira abaixo enquanto assoviava sua ladainha favorita. Sem pressa o fazendeiro dirigia seu trator observando o céu matinal; o calor havia aumentado e chuva não cairia tão cedo, mas Nestor já não dava bola – lembrava-se de quando moço que de saco cheio do marasmo local deixara o Paraná em direção a Bahia… Na metade da descida olhou para as hélices verticais abandonadas na propriedade contígua que convertera-se num pasto de bois: “ ..de um coração leviano…” - animado, Nestor transformara a melodia murmurada em palavras cantadas a pleno pulmão – “…que nunca será de ninguém… que nunca será de ninguém…”

Chegando ao campo, o homem, já bastante suado, começou o plantio. Pegava semente por semente posicionando-as ainda congeladas de ventre pra cima. Em seguida cobria-as com terra de maneira que somente cabeça, pernas e um pedaço do rabo ficariam para fora da terra. Todos estes membros eram imediatamente presos uns aos outros por barras de ferro que permitiriam somente vagarosos movimentos para não atrapalhar ainda mais o crescimento dos bichos. O pedaço de terra localizado imediatamente acima da barriga do animal recebia grande quantidade de cimento onde, depois de seco, recebia número. Tudo pronto então Nestor aplicava-lhes na perna injeções de adrenalina para que seus corações ainda resfriados pudessem acelerar seu batimento. Cada cavalo ficava a 14,7m do outro, distância estabelecida por Charong que temia que se os cavalos se aproximassem poderiam, percebendo sua não-solidão revoltar-se.

O relógio marcava já 16:53h e Nestor encontrava-se encharcado de suor. Guardou todo o equipamento e apressou-se em direção a casa. No caminho lembrou que precisava passar no setor de cozimento para certificar-se de que a produção final corria sem problemas. Montou em Cadafalso mais uma vez…

Embaixo do teto de zinco os membros eqüinos decepados eram cozidos em fusão de ervas num caldeirão de 6m de diâmetro numa temperatura que variava de 100 a 300 graus centígrados dependendo do estágio do cozimento. O cheiro agradável que em 2 dias inebriaria o ar e estaria pronto para encher de sonhos as narinas dos varejistas já começava a dar seus sinais. Um sorriso espontâneo esculpiu-se no rosto de Nestor. “Mais um pouco e é engarrafar e vender” – Nestor finalmente dirigia-se ao chuveiro.

Extenuado, resolveu voltar montado no tratorzinho pra casa. Atrás dele o sol começava a se esconder; Nestor torceu o pescoço em direção a saudade e uma lágrima de alegria lhe escorreu ao ler a placa pendurada sob o toldo daquela última parte inspecionada:

Quixote

Água de Colônia.

Tecnologia Brasileira traz avanços para a educação

quarta-feira, dezembro 16th, 2009

por Renata Monteiro - renimonteiro@gmail.com

Professores e alunos localizados em qualquer lugar, debatendo assuntos de interesse comum, compartilhando conteúdos e formando grupos de estudos a qualquer momento, em tempo real. Já imaginou? Um jeito mais moderno de aprimorar e intensificar a relação entre estudantes e docentes, através da Internet, já é possível e traz consigo uma das ferramentas educacionais do futuro.

Chegou o Com8s: uma rede colaborativa que reúne diversos aplicativos web em um único lugar. O nome, tão amigável e inovador quanto a sua proposta, é um trocadilho com a palavra inglesa “comates”, que significa colegas. Apesar do estrangeirismo, a novidade tem criação 100% brasileira e sua estréia, janeiro de 2010.

O conceito do produto foi criado por professores e sócios, cuja empresa tem sede em Curitiba – que, através de estudos e vivências pessoais no meio acadêmico, identificaram uma oportunidade no desenvolvimento de soluções específicas para a área de educação. Segundo estatísticas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP), existem hoje, no Brasil, 731 mil professores de ensino médio e superior, bem como 13 milhões de alunos, aproximadamente. A nova ferramenta, disponibilizada gratuitamente pela internet, objetiva o aperfeiçoamento da comunicação entre estes educadores e estudantes, de maneira simples e prática, mesmo quando não estiverem presentes em sala de aula.

No Com8s, os usuários possuem dois ambientes: um individual, chamado I-space, que permite armazenar informações e dados pessoais, e outro compartilhado, o Co-space, onde é possível convidar outros colegas, formar grupos, intercambiar conteúdos e editar informações em tempo real. Desta forma, tanto o professor que utilizar este aplicativo, quanto seus alunos, poderão usufruir de inúmeras facilidades, como: promover discussões em grupo sobre um determinado assunto, realizar tarefas e avaliações, criar pesquisas, enquetes e formulários personalizados, fazer downloadupload de arquivos e compartilhá-los, receber e gerenciar mensagens e notícias e, ainda, comunicar-se através de áudio e vídeo conferência.

Segundo o professor e administrador Alfredo Kugeratski Souza, que também é um dos sócios e responsáveis pela criação do produto, “o Com8s vai gerar grandes avanços na educação do país, ao otimizar a interação entre professores e alunos sem que haja necessidade de gastos com licenças, manutenção, instalação e atualização de softwares”. Ele também admite que, apesar de muitas universidades e faculdades já possuírem seus próprios métodos de comunicação interna, a implementação e manutenção destas técnicas possui um alto investimento, e comenta que, ao utilizar o Com8s, por ser produzido na metodologia SaaS (software as a service), reduz significativamente os custos para essas instituições.

A novidade é, sem dúvidas, um salto ambicioso no âmbito tecnológico e educacional brasileiro. É a democratização do acesso aos melhores produtos e serviços web. Um progresso desenvolvido por brasileiros que desejam contribuir com a evolução da sociedade e que, possivelmente, irão surpreender o mundo inteiro.

Único, Spirax

sábado, dezembro 12th, 2009

www.myspace.com/spirax3

kais

quinta-feira, dezembro 10th, 2009

China, o que você tem aí pra gente beber?
r: kaise !

pole dance da Léo Glück

terça-feira, dezembro 1st, 2009

 www.companhiasilenciosa.com

 www.myspace.com/leogluck