Enlatado Curitibano - Quadro Jack Trouble
domingo, agosto 22nd, 2010mais um video incrível da dupla Igor Vianna Muller e Eduardo Rohn
mais um video incrível da dupla Igor Vianna Muller e Eduardo Rohn
Jovens contemporâneos diante de questionamentos e incertezas, num mergulho aos meandros da mente humana. Um filme independente, realizado em Curitiba (Brasil), em 2009.
Direção e Produção: Jackson Sardá, Gustavo Jugend, Igor Viana Muller e Eduardo Rohn.
Elenco: João Graf, Bruno Jugend, Angelo Cruz, Larissa Jorge, Pietro Almeida, Allan Ralph, Yara Barros, Daniel Gonzaga, Lucas Lara, André Fraxino e Rafael Bavoso.
mais um arranjo da dupla fantástico e fabuloso, Igor Vianna Muller e Eduardo Rohn
cobrindo a Olimpíada da Diversidade, na praça Osvaldo Cruz, em Curitiba, e, apresentando Vanessa Purple, Lauane Spears, Theodor and Dick Hurts
fale com - igorvianamuller@gmail.com
Olá, Pessoas!
Após alguns meses de trabalho, um filme independente, realizado em Curitiba, acaba de sair do forno.
Trata-se de “Utopira”, uma obra produzida por Jackson Sardá, Eduardo Rohn, Igor Viana Muller e Gustavo Jugend.
O lançamento ocorrerá no Dom Corleone Bar, quinta-feira (23-07), a partir das 20 horas.
Na preliminar, haverá a exibição de “In The Pen Dance Day” (No Dia da Dança da Caneta), da eedstudios
memorável obra de Eduardo Rohn e Igor Viana Muller, produzida em 2007.
Não paga nada para entrar. Cinema público, gratuito, e de qualidade.
Espero ver vocês por lá. A cerveja é gelada, e os preços, módicos.
Venha, apareça…
Beijos e Abraços,
Jackson Sardá.
20-07-2009.
Serviço:
Lançamento: “Utopira”
Local: Dom Corleone Bar
Data: 23-07-2009 (quinta-feira)
Endereço: Rua Constantino Marochi, 710. Alto da Glória
Horário: 20 horas (8 da noite)
Telefone do Bar: 3353-6626 (Alberto)
Preço: free (de grátis, na faixa, 0800, na macaca)
por Leandro Hammerschmidt
“O Membro” é um dos melhores filmes dos últimos tempos. E me pergunto quanto deve ter custado? Quase nada! É o que chamam de filme Trash - muito sangue, carne, maquiagem e efeitos especiais baratos, mas não menos interessantes. Mas recomendo este filme pelo excelente roteiro (sem falar na atuação do Roli). Claro, além de apreciar muito os já citados efeitos especiais - que se tornaram a especialidade do meu amigo Eduardo Rohn da eedstudios.
Conheço um monte de gente que participou deste filme e aproveito este post para dar parabéns e mandar um abraço pra eles: Eduardo Rohn (roteiro), Igor Viana Muller, Leonardo Bonassoli, Roliudi e/ou Thiago Luiz da Costa Martins (no papel principal), a gatísssima Luiza Desiderá (que levou um apertão), Juliana Bruske, Mariane Conceição Mendonça (direção), e também para os que não conheço: Karina Yoshizawa, Priscila Bruske, Bruno Brasil, Fábio Becker.
Confira este filme que é foda! E saiba que não é só minha opinião. Meu pai acha que “o Membro é perfeito” e o pessoal do Fiz TV deu pros caras o prêmio de melhor filme trash de 2008.
O cara passou não sei quanto tempo em Jerusalém, mas antes de ir pra lá fez o vídeo Transtornos. De volta à Curitiba, Jacks vem pra soltar os bichos:
As imagens são de Eduardo Rohn da eedstudios e Igor Viana Muller. Com elenco reduzido, poucas locações e sem muita frescura a produção saiu em conta. Pra ser sincero trata-se de um vídeo caseiro mesmo: sem dinheiro, spot de luz nem nada. Pra fazer Transtornos bastou Jackson sentar no escorregador e trabalhar pra câmera seus vinte e poucos (quase 30) anos de neuroses.
Destaque para a participação especial de Mãozinha (aquele que vem com pílulas filosóficas) e para a edição do Eduardo.
por Leandro H.
pra contextualizar: Jackson Sardá é jornalista, atleticano e onanista, mora em Curitiba e deve se tornar nosso colaborador
Em homenagem ao centenário da imigração japonesa, um pouco atrasado, resolvi publicar a dança mais leve e harmoniosa que já assisti. Quem presenciou e fez o vídeo foi meu meu amigo Eduardo Rohn da eedstudios junto com nosso amigo Igor Viana Muller durante as gravações de Specto Sam.
Ainda em clima de homenagem gostaria de dizer o grande apreço que tenho por desenhos em dois planos, imagens chapadas, como se fossem desenhos subindo a folha e não entrando, como se fossem feitos por crianças - mais interessantes que qualquer ilusão de perspectiva. E este tipo de desenho é dos japoneses, assim como a organização dos tatames e biombos.
Porém não vou agradecer pela tecnologia dos robôs, a tradição, o chá verde, o sushi e nem pelo beisebol que eles trouxeram para o Brasil já no navio Kasato Maru em 1908. Mas sim pelas lindas mestiças que aqui nasceram, com todo respeito. Pelo bizarro da pornografia japonesa e também pelo mestre Paulo, ninja brasileiro, que me ensinou alguma coisa do ninjutsu quando ainda era uma criança alucinada pelo fantástico Jaspion, pelo Ultraman e por Jiraya, o incrível ninja.
Arigatô, arigatô!